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Base Científica do Biofeedback

O biofeedback assenta na medição de sinais fisiológicos em tempo real e na sua apresentação ao utilizador, permitindo aprender a autorregular funções habitualmente involuntárias.

Ver matriz de evidência
Sessão de biofeedback com leitura de sinais fisiológicos; contexto de prática clínica.

Princípios

A literatura reconhece o biofeedback como intervenção baseada em evidência para múltiplas condições. A AAPB e a ISNR publicam classificações de evidência por condição. Os equipamentos utilizam modalidades (EMG, EEG, HRV, GSR) referenciadas na literatura. Para níveis de evidência por condição, consulte Estudos e Certificação.

Mergulho mais profundo: loop de retroação e modalidades

No biofeedback, o corpo produz um sinal, o sistema mede e devolve, e o utilizador ajusta com feedback contínuo. Em muitos protocolos, a literatura agrupa EMG, EEG, HRV e GSR como canais frequentes, cada um com hipóteses e indicações diferentes.

Isto não substitui a avaliação clínica. Para como o stress e o sistema nervoso autónomo entram nesta narrativa, veja Fisiologia do Stress e Sistema Nervoso Autónomo; níveis de evidência por condição em Estudos e Certificação.

Em cada modalidade (EMG, EEG, HRV, etc.) importam o protocolo, a duração e a população estudada; por isso generalizar a partir de um único estudo costuma ser enganoso.

Matriz de evidência por condição

Consulte a página Estudos para a tabela e bolhas de avaliação.